Uma Grande Flor
Esta coisa do amor é um vínculo. É um vínculo que constrói e é um vínculo que liberta. Porque existe Unidade, o amor é enorme. O amor pode ter muitas pétalas porém é Uma Grande Flor. O amor é tão grande que preenche o Universo. O amor também te preenche. Em cada célula do teu Ser, existe amor. Em cada poro do teu Ser, existe amor. Em cada fibra do teu Ser, existe amor. A chama do amor é Eterna. O amor chega a todo o lado. O amor vem de todo o lado. Não existe lugar onde não exista amor.
Mesmo a antipatia do amor é amor. Mesmo a raiva é uma forma de amor. Mesmo na raiva, existe uma forte perceção de amor. A raiva diz raivosamente: “ É suposto existir amor. Acabei de ficar consciente de que um indivíduo ou um grupo não me estão a amar. Eles pensam pequeno de mim. Eles não querem saber de mim. Eles se opõem a mim quando é suposto eles me amarem. Eu protesto por eles não me amarem. Eu nunca os irei amar também. Eles desejariam destruir a minha crença no amor. Vou colocar uma ripa no meu coração e mantê-los fora.”
E é assim que o amor é colocado numa máscara.
Guerra, que é raiva em grupo, é um protesto em massa. “Nós somos um país independente. Nós merecemos ser amados e compreendidos e valorizados. Iremos lutar pelo nosso direito de sermos amados até ao fim. Isto é o quanto acreditamos no amor.” E então a guerra dispara no amor.
Amor traído diz: “ Se eu não sou belo, então tu não serás belo\a. Se eu não sou amado, tu não serás amado\a. Eu mostrar-te-ei a minha raiva. Não irás desistir de me amar tão facilmente.”
E tu falas de raiva justa, raiva justificada. Isto é o pensamento mundano. Não importa o quanto a tua raiva é justificada, não importa o quão errado tu e o teu país estiveram, não importa o quão negligenciado, o pouco pensado, pouco apreciado, não importa quão extravagante a ofensa, a raiva não te faz bem. Não faz bem por ti. Não te coloca num bom lugar. A raiva é uma explosão do orgulho. A raiva por si só queima buracos no teu coração.
Por favor compreende, Eu não digo que a outra parte está certa. De maneira nenhuma. Ninguém deve ser dispensado do amor. Ninguém tem que esconder o seu amor por trás da raiva. A menos que a raiva seja dispensada, tu tornas-te um imitador, cada um a tentar vencer o outro pela raiva.
A raiva não resolve. A raiva é baseada no ego, amado. Sim, tu és um ser humano que sente que és uma vítima da raiva. A raiva chegou sobre ti. E, porém, Eu pergunto, não podes responder com sabedoria em vez de a partir da raiva? A sabedoria é sensível. A raiva é insensível. A raiva vai para lá de todo o senso. De alguma maneira tens que sair de fora da raiva.
Isto não significa que te resignes.
Por vezes lidas com rufias. Por vezes lidas com lobos vestidos de ovelhas. Por vezes estás enganado e outras não estás. Porém, em todas as situações, a raiva não é tua amiga. Tu não queres prestar atenção à raiva.
Por vezes não sabes como acalmar a raiva. Por vezes não queres. Por vezes queres ter razão a todo o custo. Por vezes a raiva domina o teu coração. A raiva leva-te. Podes estar certo na tua avaliação, porém porquê chamar a raiva até ti? Não te digo para seres uma alforreca. Eu estou-te a dizer para encontrares uma maneira de te libertares da raiva. Pelo teu próprio bem, Eu digo-te para deixares a raiva ir. A raiva não te pertence. A raiva não é tua amiga. Não tem charme. Deixa-a ir. A vida corre melhor sem raiva.
Translated by: Nuno AvóPermanent link to this Heavenletter: https://heavenletters.org/uma-grande-flor.html - Thank you for including this when publishing this Heavenletter elsewhere.
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