Um Simples Anel
Para cima e para baixo vão os teus humores. Tu estás no alto e tu estás em baixo. É como se estivesses rasgado de um lado ao outro. Num dia, o teu mundo pode-se virar de cima para baixo para todos os lados e de volta de novo.
A resiliência que te é requerida é astronómica.
Tu percebes, claro, que és tu que exiges de ti próprio tal resiliência astronómica. Tu estabeleces o tom da tua vida. Como tu desejaste que fosse de outra maneira. Como imploraste por paz, e, depois, algo sucede e tu ficas agitado. Parece que preferes ter o tom do teu dia e da vida definido por eventos de fora ao invés de dentro de ti.
Não importa o quanto tentaste estar calmo, tranquilo, e senhor de ti mesmo, tentar não tem resultado. Como tentaste. Tal sucesso não vem de insistência, porém irá vir.
Um dia não ficarás tão abalado pela inconsistência da vida. Não ficarás tão cheio porque não irás ver o que está a acontecer como terrível para o teu bem estar. Irás alcançar este local amoroso sem esforço e não por força de vontade.
É mais como que conduzires até um parque e ali estás tu. Tu vens até à paz, ou, talvez, a paz venha até ti lá. Tu percebes que não estás mais desapontado. Agradavelmente, tu estás ao lado das calmas águas. Tu vens até à paz porque vens até ela. Tu vens até ela porque estás fora do turbilhão que te costumava agitar. Agora nada te pode agitar. Agora alcanças essa tão procurada tranquilidade. Estás aqui. Tu mergulhaste na paz. Algo muda por sua própria vontade. A regularidade que tens procurado simplesmente se eleva. Tu vês numa maneira diferente de algum modo de alguma maneira. Podias beijar o chão de alegria por o teu apelo por paz ter sido respondido.
Tu nunca a queres perder, porém ainda não sabes que sempre a terás, porém porque não? Oh, ser estável. Escapar do drama e da desorientação. Receber a benção de paz e a habilidade de dar a benção de paz como única e a mesma.
É como quando um agricultor reza por chuva e a chuva vem. Tu és o agricultor que anseia por chuva que salvará a horta. Tu a desejas. Tu rezas por ela. Tu bates os tambores por chuva.
Quando a chuva vem, como é tão fácil. Pode ter levado muito tempo, porém o pedido de chuva chegou. A chuva irrompe. A chuva é o que desejaste e chove. Tu e a terra bebem a chuva para vosso deleite, porém não podes dizer que fizeste chover. Não podes saber que o fizeste. Tudo o que sabes é que chuva abençoada caiu, chuva como uma ajuda inesperada, paz como uma ajuda inesperada.
Tu não fazes muitas questões, nem requeres explicações. Como e porquê não são o problema para ti. O dia chegou é a questão para ti.
O dia em que notas que não estás baralhado vai chegar. Não estás mais vermelho na cara. A paz chegou. Não podes dizer que a mereces mais do que alguma vez mereceste, embora imagines assim, ou porque não haveria a tua paz ter chegado mais cedo?
É como se tivesses atravessado um rio. Tu estás do outro lado do rio agora onde não existem mais rápidos ou rápidos que desfazem a tua paz.
Tu não FAZES paz. Tu simplesmente és paz. Tu chegas à vida como um local pacífico. Tu estás simplesmente aqui. Nada aconteceu, exceto algo aconteceu. Tu foste abençoado e tu agradeces-Me pela benção.
Tu não podes dizer realmente que chegaste, porém um presente chegou. Tu não és um campeão que bateu um recorde, porém tu aceitas a paz que te deu as boas vindas, estivesses pronto ou não, merecesses ou não. Porém, agora, a paz é tua para a usares como um simples anel.
Translated by: Nuno AvóPermanent link to this Heavenletter: https://heavenletters.org/um-simples-anel.html - Thank you for including this when publishing this Heavenletter elsewhere.
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