Um Fósforo Incendeia-se Quando é Atingid

God said:

Aborrecimento e raiva simplesmente não valem a pena. Tens que realmente estar aborrecido uma e outra vez ao remoer sempre na mesma ocasião? Existem outros recursos além de estar aborrecido.
Não importa o quão correto estás de que o acontecimento possa ser desnecessário, tu não tens que fumegar nem que explodir como um vulcão.

Mereces mais do que reagir e reagir e reagir. Eu digo-te isto para que saibas crescer para ser o mestre da tua vida e não tão soprado pelos ventos das inabilidades dos outros. Podes dizer que as pessoas que te causaram transtornos deveriam saber melhor. Isto pode muito bem ser verdade. Eu não estou a discutir contigo.

Eu também te vou perguntar: É possível que tu, também, por agora, possas vir de uma maneira melhor de resposta? Talvez esta outra pessoa seja mais esperta que tu porque ele ou ela não estão tão preocupados com o que quer que seja como tu estás. Esta ideia irrita-te. O que poderá vir a isso é que algo significa mais para ti do que para qualquer outra pessoa.

Podes falar à vontade do teu direito de estar irritado, porém onde é que a raiva te pega?

Se Nos preocuparmos em falar de eficácia e competência, raiva não é eficiente nem competente. Tu és mais sábio sem a raiva, concordas?

Não importa qual a justificação, e se não estiveres irritado? O que perderias, e o que ganharias? E se tivesses compostura em vez de sangue fervente? E se fosses verdadeiro para contigo mesmo e sábio e meigo? E se pudesses ser mais sábio? E se não fosses um fósforo que se torna tão facilmente em chamas quando é atingido?

Olha, a questão básica à qual Nós chegamos é: Que bem te faz a raiva? O que alcança? O que a tua raiva alcança pode ser para fazer também a outra pessoa ficar com raiva. É realmente isto que queres alcançar, deixar alguém tão chateado como tu estás?

Talvez queiras. Talvez sejas como alguém que tropeça numa pedra e depois a pontapeia. Talvez não tenhas enfrentado algo e tropeças na mesma pedra vezes e vezes sem conta.

Eu não te estou a dizer para enterrares uma pedra no caminho ou que pretendas que ela não está lá. Talvez a possas contornar. Se não podes, então pensa noutra maneira de resolver a dificuldade sem raiva irreprimível.

Eu pergunto-te de novo: O que é que tu queres? E qual é uma boa maneira de conseguir o que queres? Pensa em mais maneiras bem sucedidas para lidar com o que é difícil para ti lidares.

Se pensares em antigos aborrecimentos, talvez eles não sejam tão grandes como um tempo o foram. Como lidas com eles agora? Numa maneira mais humana?

O que realmente te fez tão chateado se não o teu sentimento de desamparo e – Eu tenho que dizer – o teu ego. Sim, ainda tens ego, e é o teu ego que rebenta. Certamente não é o teu senso comum. De um modo geral, com exceções, queres-te considerar mais e respeitar-te mais. Eu também sou a favor disso.

Contudo, se estás muito irritado, talvez queiras-te acalmar.

Eu também compreendo que por vezes trabalhas muito por alguém, e não pareces ser apreciado. Depois, em vez de raiva tens que enfrentar factos. Pode ser que estejas a perder o teu tempo. Por vezes simplesmente tens que seguir em frente, e dizer adeus à inflamável situação. Não tem que ser feito com raiva ou com lágrimas. Talvez tenha apenas que ser feito.

Existem muitas razões para a raiva, porém, como com qualquer outra coisa, razões não são uma desculpa pelo comportamento. Anda à volta do quarteirão e expulsa a tua raiva e chega a um acordo com o que tens que lidar, e lida com isso. Isto é para tu fazeres.

Translated by: Nuno Avó

 

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