Para Onde Foram os Bons Tempos?
O que te faria ausentar de Mim como se Eu não existisse? Por vezes podes ter-Me coberto em cores escuras e puxado uma cortina como se para Me pores de fora, como se pudesses por-Me fora dos teus pensamentos, como se pudesses silenciar o bater do Meu coração e expulsar-Me da tua vida diária ou até mesmo das alturas cobertas de glória da tua vida.
Não é que queiras acabar comigo, não de todo. É apenas que Me vês como alguém que te quer tirar a felicidade e talvez intimidar-te para um comportamento impróprio a um personagem feliz e despreocupada como tu. Apenas, tu não és tão feliz e despreocupado e não tens sido durante muito tempo, apesar que possas tentar persuadir-te a ti próprio de que estás a sair-te muito bem sem Mim totalmente, talvez melhor ainda do que te sairias comigo como tua proteção.
Eu não estrago os teus bons tempos. Bons tempos costumavam ser bons tempos, porém agora eles podem não ser mais bons tempos para ti. Eles são tempos que passam, porém algo está em falta. Um significado está em falta. Parece que os bons tempos estão em falta, ou até mesmo que o tempo está em falta. Algo saltou uma batida aqui.
Tempo parece não parar mais. Apenas foi-se e a hilaridade também se foi, como o apagar de uma vela no final de um aniversário. A celebração acabou. De alguma maneira algo transgrediu no teu bem e tu não consegues encontrar o teu bem. Nem consegues sequer fingir mais a ti próprio.
Tu não sabes o que fingir. Sentes-te como um pretendente ao trono. De certeza, tu não conheces nenhum trono para te sentares que seja certo para ti não importa como.
Tu gostarias de incitar um bom tempo, porém requer muito esforço. Bom tempo parece simplesmente não estar lá.
Outrora costumavas rir bem alto das piadas que ouvias. Agora tu perguntas-te qual o objetivo das piadas. Está toda a gente a fingir que uma piada é engraçada, ou que vale a pena ser contada, ou que vale alguma coisa de todo? Tu já ouviste todas as piadas vezes e vezes sem conta. Tu ouviste tudo antes em algum lado em alguma altura. Tu não consegues esquecer-te, mas não te consegues ainda lembrar onde ou quando ouviste – talvez a tenhas ouvido algures no intervalo onde o teu coração costumava encontrar-se.
Como podes estar ausente da tua própria vida? Como podes passar pelas emoções e não senti-las? Adormeceste-te a ti próprio? O teu coração moveu-se para zonas do ártico quando não estavas a olhar e os teus olhos congelaram?
Amado, tu podes sentir-te bloqueado – porém tu tens a chave. Permite-te a ti mesmo entrar de novo. A porta não está trancada. Apenas tens que rodar a maçaneta à entrada para o teu coração e deixarás todo o gelo para trás. Apenas perdoa-te a ti mesmo pelo que sentes que tem que ser corrigido. Apenas sê. Desprende-te do passado embargado.
Não é de ti próprio que tens que te libertar. É tu Próprio que encontras e envolves ao redor do mundo. Então tu és tu Próprio à mesma ainda como um núcleo no teu interior e também tu Próprio muito evidente fora de ti até à própria borda do mundo e à volta de todo o além tal como Eu estou além. Onde Nós estamos como Um, não existem limites.
Tu entras e sais da Vastidão e porém nunca deixas a Vastidão. Tu és Vastidão onde quer que estejas. E tu és um Guia para os outros tal como Eu sou. Tu preenches corações. Tu leva-los contigo. Nós somos iguais. Nós somos o mesmo na medida que existe apenas Unidade, Unidade, Unidade.
Translated by: Nuno AvóPermanent link to this Heavenletter: https://heavenletters.org/para-onde-foram-os-bons-tempos.html - Thank you for including this when publishing this Heavenletter elsewhere.
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