Na História do Mundo
Isto irá passar. Seja o que for, esta é a verdade do mundo. O mundo está a passar mesmo em frente aos teus olhos. É assim que se processa.
Procrastinação está a passar agora mesmo. Poderá a procrastinação durar para sempre? O que está a acontecer é que o teu mundo está a ser virado ao contrário. É como se tivesses sido atirado ao ar, e ainda não aterraste. O que isto significa? Significa que estás a perder limites. Tu estás a tornar-te ilimitado. Tu estás a ganhar a ilimitariedade. Tu estás no meio ou lama ou liberdade.
Às vezes tu preferias agarrar-te avidamente a velhos tempos e velhos hábitos. Tu sentes-te penhorado por pessoas do passado e por pessoas do presente e a uma forma de vida chamada Futuro. Tu há muito queres sair do confinamento, no entanto, subitamente, a liberdade não é sentida como tão maravilhosa como pensaste que seria. Onde repousas a cabeça? Onde estão todas as aparentemente posses e adereços que, sim, se meteram no teu caminho, no entanto eram um conforto de acumular. E as pessoas do passado que já não são evidentes? Tu deseja-los. Como tu os desejas.
As pessoas do passado estão alinhadas como sobras de papel unidos um ao outro. Não existe fim. E Eu também te digo que não existe início. A Infinitude apenas é. É como um comboio cho-cho que vês de um determinado ângulo. A vida parece passar por ti, e, ainda assim, sem forma, aglomerados de átomos e moléculas invisíveis. As fichas de ignição invisíveis estão em movimento. Ei, tu, todos os teus átomos e moléculas por aí, deslumbra o mundo.
De onde vieste, Minha criança feita de átomos, e para onde vais, quando não há nenhum sítio por onde sair? Não há mobília para mover. Há uma pilha de stress para dispersar. Há ilusão para retalhar e Realidade para elevar no seu lugar.
Quem és tu, e o que és tu quando tu não és ilusão para onde ser aludido?
Tu costumavas pensar que tu tinhas o cabresto na vida. Agora sentes que estás a flutuar para baixo num compartimento elevador ou a flutuar para cima num compartimento elevador ou a deslizar em volta a salvo num belo céu azul. Tu estás a flutuar no Universo. Tu esperas aterrar, no entanto aparentemente não existe nenhuma plataforma de aterragem. Tu estás em queda-livre. Tu irás saltar de novo para cima, pois a tua liberdade é inatacável. A liberdade não é um risco. Dá-lhe as boas-vindas.
Tu desejaste a tua liberdade, e também Eu ansiei para ti liberdade. A liberdade esteve sempre disponível para ti. Tu pensaste que a liberdade estava inacessível. Tu pensavas que podias tê-la apenas num reino longínquo, um dia num Infinito afastado, mas não, tu nunca pensaste que poderias ter liberdade agora. A liberdade não pode ser agarrada na tua mão, ou então não seria liberdade. Provavelmente no passado, tu punhas a vida no desligado. Tu adiava-la. Havia sempre mais um dia. E então adicionavas Vida à tua lista para algum dia em que pudesses aproximar-te desta. O chão escorrega para longe de ti, e o ILUSTRE tempo bate na Vida.
Em qual Alto Mar estás a navegar? Oh, esta característica de tempo no mundo, quão arrogante é. Tempo coloca-te num alinhamento de assembleia, e tu aparentemente surges de um autómato com o teu ganso já cozinhado.
O quê? Pode a vida ser mais que uma sandwiche para comer ou dispensar de acordo com - o quê? - o teu humor? Se não há tempo, como poderá haver humores? Se não há tempo, como poderá haver um desperdício deste? Como poderás apanhar o tempo se este não existe ou fugir deste, e como podes ser apanhado neste?
O que interessa a matéria? O que interessa seja o que for? O que pode ser atingido ou perdido ou seja o que for, e como pode algo não ser quando parece estar mesmo na tua cara? O que está às avessas e o que está com o lado direito para cima quando as dimensões do espaço não existem mais que o espaço em si mesmo?
Mesmo assim, tu estás a girar num Universo que gira, no entanto tu não te moves. Ao mesmo tempo, tu não podes ser imovível, pois o teu coração move-se. Pode dizer-se que o teu coração foi movido ou imovido. Quando o teu belo coração não é movido, tu sentes-te distante deste. O que é um corpo deve fazer quando o físico não existe exceto na História do Mundo?
Translated by: Nuno AvóPermanent link to this Heavenletter: https://heavenletters.org/na-historia-do-mundo.html - Thank you for including this when publishing this Heavenletter elsewhere.
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