A Vida na Terra É uma Ocasião para o Amor

God said:

O que é esta atração que sentes por outro ser humano como se do nada? É porque estás faminto por amor e o outro oferece-te amor ou a ilusão de amor? É o amor algo mais? Existe amor que parece maior que romance. Existe amor que não é ilusão, amor que vem de algum lugar e enriquece-se a si mesmo. Este amor certamente parece ordenado. Este amor certamente parece ser destinado a ser. Este amor é tão rico.
Cabeças estão curvadas e dois pares de olhos olham para cima, e amor circunda a Terra e mais além. Algo acontece. Rápido ou devagar, algo acontece. Porém o amor nunca não foi. A vida é uma ocasião para o amor. O amor pode tomar-te por surpresa, porém Verdadeiro Amor tem andado à tua procura toda a tua vida e tu tens andado à sua procura. Tens estado à espera do amor todo o tempo que ele tem estado mesmo ali à espera contigo.

O amor é maior do que um encontro. Ele é maior do que um ruído ensurdecedor do coração. É maior do que uma explosão de emoção. Quaisquer palavras que utilizes para descrever amor, amor é algo mais. Nesta Terra, por vezes despedaçada, dois corações se encontram e invocam amor um no outro.

Fora de toda a areia na praia, duas sementes encontram-se lado a lado juntas. Dois corações encontram-se e encontram-se de novo. Faíscas de amor iluminam o mundo. Duas pessoas encontraram o coração uma da outra. Não pode ser um acidente. Dois corações tocam-se, e isso é o suficiente para se dizer. Dois corações Meus nesta vasta Terra tocam-se e o amor aventura-se adiante. Existe sempre mais amor. Como tu gostarias de saber todos os circuitos do amor. Digamos apenas que o amor encontrou-se a si mesmo no seu caminho para a feira.

Lindo é o amor enquanto se incita. Algo lindo acontece. Este amor não pede por nada além de permissão, livre para ser o que é. Existe uma ideia de que o amor na Terra é um risco. Apenas se tentares tomá-lo e guardá-lo para ti como uma possessão é o amor um risco. Não é para tu pores o amor em baixo. Não faças exigências de amor. Amor é uma borboleta que tem que ser livre.

O amor tem apenas que ser permitido a ser. O amor não faz prisioneiros. O amor é livre, ou não é amor. Amor predicado dentro de certos parâmetros não é amor. Amor pode apenas ser o que é. Não é uma certa receita. O amor não pode ser definido, porém pode ser conhecido.

Um coração encontra outro na felicidade. Corações tocam-se e o mundo gira. Como pode isto ser? E porém é. Dois corações procuram por todo o mundo para se encontrarem um ao outro. O amor já existia, e dois corações encontram-se, porém eles não têm que ser dois corações que foram outrora. O amor está a voar e o amor acerta como uma combinação. Amor é uma conversa de almas recuperando uma certa configuração de si mesmas. Dois corações encontram-se de novo e o encontro dos corações é nomeado de amor numa frequência ou noutra.

O amor não pode ser capturado. O amor tem que livremente anunciar-se a si mesmo em toda a sua glória.

O amor parece cair do céu. Tu sempre foste destinado a apanhar o amor. Amor é comum ao mesmo tempo que é mágico. O amor está sempre ao virar da esquina. Paira, e depois anuncia-se a si mesmo. Podes ter lutado contra o amor, ter-te oposto a amar porque podes sentir que estás perdido quando foste encontrado. Tu tiveste este sentimento antes e não conseguiste sustentá-lo. Sentiste-te talvez enganado pelo amor porque os teus vastos sentimentos não permaneceram e o amor lamentavelmente não foi o que foi publicitado de ser.

O amor pode vir num flash, porém o amor é sustentado de uma forma que tu podes ainda não compreender. O amor não é uma interação de doação nem é um sacrifício. Tu não podes moldar o amor. O amor tem que ser ele próprio. O amor liberta-se de objeção. Muito não é de se esperar do amor. És tu que tens que ir até ao amor.

Translated by: Nuno Avó

 

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