A Última Palavra
Considera que tudo o que acontece está bem. Está bem. Está perfeitamente bem, e tu estás bem. O mundo gira, e o mundo resolve. Tu não mudas o mundo ao lutar com os outros pela sua perceção do mundo.
Querido, tu tens que chegar ao lugar que é bom para a vida e para as pessoas misturadas na tua vida para serem da maneira que são. Ninguém tem que ser o teu sabor favorito da Vida na Terra. Qualquer um pode ser contra tarte de mirtílios ou qualquer coisa que seja contra e pode ser a favor de qualquer coisa que queira ser a favor quer tu gostes quer não. Não podes muito bem não permitir ao outro a liberdade que tu tanto desejas. Isto é aceitação. Aceitação pode parecer estar fora do teu alcance.
Qual é o argumento? Estás a sentir que apenas tu podes ser o que decide que visão da vida é suposto os outros terem? Se alguém parece impossível para ti, bem, então, algo em ti tem que permitir-lhe o seu privilégio de pensar como ele gosta de pensar, mesmo de ser desagradável, mesmo de perceber-te como difícil se é assim que ele vê. Tu não tens mais direito de infringir na visão do outro do que ele tem o direito de infringir na tua.
Quando estás a lidar com pessoas que te irritam, lembra-te que é com a tua dificuldade que estás a lidar. A tua angústia vem de ti e não da outra pessoa que inocentemente ou deliberadamente acionou algo em ti.
Da mesma maneira, quando se trata de pessoas com quem gostas de estar, a situação é realmente acerca de ti. Aqueles que são mais fáceis de lidar para ti tal como são, tu também contribuis para eles com a tua abertura para a vida.
Tu não podes fazer alguém ser mais mente aberta ou coração aberto. Podes ser mente aberta e coração aberto tu mesmo. Os pensamentos dos outros são os pensamentos dos outros. Tu não estás autorizado a atirar as ideias de ninguém fora mais do que alguém tem o direito de opor-se ou tirar-te da tua maneira de pensar. Ideias mudam por si só. A luz tem que seguir.
Se alguém goza contigo, Eu digo-te outra e outra vez que tu és aquele que se chateia com isso. Aquele que goza contigo sente-se perfeitamente justificado em todas as circunstâncias tal como tu podes. Em qualquer caso, tu não és um juiz do tribunal que decide contra qualquer outra pessoa.
Tu és livre para gostar ou não gostar. Tu gostas de ser aceite como és. Tal como toda a gente. Toda a gente tem as suas crenças e, provavelmente, toda a gente tem os seus preconceitos. Isto é um privilégio universal. Qualquer pessoa pode preferir sentir-se superior a ti o quanto queira. Não tens que perder tempo com isso. Existe mais para ti, claro, do que o outro permite a si mesmo deixar entrar. Se alguém realmente soubesse Quem tu és, que soubesse a profundidade do teu coração, ele te amaria.
E se tu realmente conhecesses o Ser Interior de outra pessoa, tu também irias amá-la tal como ela é. Toda a gente é devota à sua maneira de pensar tal como tu és devoto à tua maneira de pensar. Se alguém fosse uma personagem num livro, tu talvez gostasses dela. Tu realmente poderias.
Quem és tu para convencer outro a mudar as suas maneiras? De qualquer forma, quanto sucesso tem isto tido?
Ninguém tem a última palavra. E, se, de alguma maneira achares que tens a última palavra, isto pode apenas apaziguar a falta de coragem do ego por mais um pouco. Isto é tudo o que a última palavra pode fazer. Tem que ser tão difícil libertares-te do outro no mundo? Não podes libertar o outro dos teus limites?
Translated by: Nuno AvóPermanent link to this Heavenletter: https://heavenletters.org/a-ultima-palavra.html - Thank you for including this when publishing this Heavenletter elsewhere.
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