Heavenletter #5599 Amar como o Sol Brilha
Deus disse:
Admite, tens por vezes o hábito de fechares o teu coração bem apertadinho. Sempre que te colocas na defensiva, ficas rígido. Contrais o teu coração. Por vezes és rápido em cortar o teu coração em dois.
Deveras demonstrar amor de forma constante, mesmo quando retiras o teu coração para te protegeres de um amor que vai em tua direção, talvez por medo que esse amor seja depois puxado para longe de ti, ou que possas não ter interpretado esse amor bem. Resistes a ena-morares-te livremente, porque foi essa a forma como foste indubitavelmente ensinado.
Afastarem-se do amor nos vossos corações é definitivamente a via mais difícil. Devias ver o amor como o Sol, mas no entanto preocupaste é com um escaldão ou uma queimadura. Foges do Sol quando na realidade, este é a tua verdadeira essência. Tu evades-te e iludes o Sol. Abrigas-te do Sol.
Da mesma maneira, foges de ser vulnerável ao Amor e de existir numa possível charada per-petuada ou tu perpetuares-te em ti próprio. Oh, como tu queres um recibo assinado do teu amor ainda antes de o dares facilmente. Não és propriamente capaz de dar o teu coração por nada.
E aqui está a questão delicada disto:
As outras pessoas não têm que fazer nada. Não tem que haver reciprocidade do teu amor. Tu não podes terminar o teu amor ainda antes de este ver a luz do dia. Deixa que cada um o per-ceba e cada um decida o que fazer depois.
Qualquer um pode manter-se na sombra o tempo que quiser, por qualquer razão ou por razão alguma, mas no entanto, não podes esconder o teu amor como se tivesse numa pequena malinha esquecido. Não, é esperado que abras o teu coração de forma alargada e deixares que haja espaço para o amor entrar. A tua responsabilidade é dar e não ser aguardares por um retorno. Daa uma hipótese ao amor, mesmo ao amor do teu próprio coração.
E, se o amor do teu próprio coração se evade, bem, o amor é assim mesmo como o amor é, e tu és livre de deixar que o teu amor continue a ser amado, sem que te pertença ou que per-tença a outro. De qualquer forma tu corta-lo, o amor não é para ser agarrado como se não houvesse amanha. O amor é amor, o amor não é um show nem uma divida que alguém tenha que repor.
Se não queres estar em dívida para com o amor, não duvides que tens e já tiveste amor no teu coração, mesmo que o teu amor possa ter-se evadido ou que o amor de outros para contigo possa se ter evadido. Sim, o amor é um pássaro com asas e não e para ser enjaulado. O amor não poder ser uma obrigação, para nenhum ponto de vista.
Algumas das Minhas crianças amam com mais facilidade e amam continuamente do que outras, não é assim tao fácil continuar a amar. Alguns amores precisam de um intervalo para depois se restaurarem. Algum do amor das Minhas crianças parece ir e vir e, no entanto, lembra-te, existe, na mesma, amor dentro de ti que transcende o tempo e o lugar.
O casamento é um desafio. A única pessoa com quem casas parece ser a mais difícil com quem estar. As vezes consegues um estado de harmonia e as vezes parece que se retrocede. De qualquer maneira, é como ficar com uma dor no coração. E, às vezes ficam juntos porque nenhum consegue sair. Há tanto que fica preso a uma promessa.
Quem é que sabe antes de casar como é com quem se vai casar? Ate podes nem saber que realmente és antes de dares o nó. E, também, quem é que sabe o futuro? Quem é que sabe separar o futuro do passado? Quem é que sabe o que está correcto e o que não está e quem é que sabe como reconciliar as suas vidas com os seus sonhos?
Toda a gente faz o seu melhor, a seu tempo. Tu não és o braço da lei. Tu não és uma autori-dade. Se tiveres que deixar alguém partir, terás que a deixar partir. É como uma política de devolução. Porque ficar ressentido por alguém estar a viver no mundo como tu gostarias de estar? Deixar partir é conseguir controlo para evitar controlar o que não tens controlo. Se tens que deixar ir, o que haverá mais para fazer do que deixar partir, e faze-lo de forma graciosa?

