Heavenletter #5555 Pastos Verdes e o Monte Olimpo
Deus disse:
Vem Comigo para os Pastos Verdes e Nós nos deitaremos e olharemos para o céu azul. Talvez Nós mastigaremos uma folha de erva. Nós acenamos e Nós dizemos: “Isto é bom.”
Nós afundamo-nos para o centro da terra ao mesmo tempo que estamos no topo do Monte Olimpo. Poderás perguntar: “Qual é o significado do Monte Olimpo?”
Na mitologia Grega, o Monte Olimpo foi o local de encontro dos Deuses. Figurativamente, é aqui que Nós nos encontramos. E, enquanto Nós inspecionamos o Interior da Terra e os Mais Altos Céus, Nós dizemos: “Isto é bom.”
Na Infinidade, existe apenas Para Sempre o que não é tempo de todo. Não existem prazos. Não existe ter que ter algo feito e depois a próxima coisa numa longa linha para ter que chegar a tempo e rolar fora da imprensa. Não existem correrias loucas onde Eu habito.
“Produzir,” diz o mundo porém inconsciente de que barulho e agitação não são necessários e que Intenção e Visão são os percursores para a atividade.
Agora esquece o suposto passado, pois do que adianta chamar o passado a ti como se o passado fosse encantado? Claro, o passado é um tipo de encantamento. O passado deseja nos atrair de volta para que o passado seja honrado e credível.
O Meu conselho é: Uma vez que o passado tenha contado a sua história, deixa-o em paz.
Que uso tem o passado agora exceto como um marcador de livros ou como uma anedota. O passado é um tipo de encantamento que tu gostas de recordar e ponderar acerca. Tu ou queres renovar o passado, ou queres removê-lo. Hey, apenas liberta-te dele. Desfaz o encantamento. Não importa o quão importante para ti, deixa o passado para trás. Afasta-te dele. Irá desaparecer de qualquer maneira. Eu irei também reiterar que o passado é uma ilusão que tu deliras acerca.
É um facto que o passado que estimas e o passado que criticas irá todo desaparecer. Irás deixá-lo para trás com todas as outras posses às quais te seguras muito. O passado é ar rarefeito. Tu, tu próprio, nunca irás desaparecer na medida em que irás existir indelével, indelével a Verdade de Ti irá continuar a existir, esta Essência de Ser Eterno de ti. Esta Excursão da Terra irá terminar e tu estarás a caminho de Mim diretamente.
Ser é sempre agora mesmo. É isso! Tu és Ser. Onde existe o Ser quando não existe lugar? Existe todo o espaço acreditado no mundo, porém apenas Ser é. Tu és Ser. Tu és o Ser alojado temporariamente numa forma. Sim, tu és apenas uma forma, uma formulação. No mundo, tu és formativo. Na Verdade, tu és Ser e nada além de Ser.
Tu não és um espaço em branco, pois Ser é tudo. Ser não pode ser colocado, não pode ser tocado. Ser está para lá dos sentidos, de cada um deles. Tu és Ser e Eu sou Ser. Ser no mundo não pode ser contemplado da forma que uma folha de erva poderá ser contemplada. Tudo o que podemos realmente fazer é ser e ser não é fazer. Apenas seres humanos andam por aí numa correria louca a tentar realizar algo que o mundo ecoa nos seus corredores. O mundo diz que fazer é tudo, porém fazer é o menor de tudo, apenas algo que preenche o tempo fictício. Uma espécie de agitação anda em torno da vida, agitação, agitação, agitação.
Enquanto nos reclinamos aqui neste campo de vegetação intercalado com margaridas e dentes de leão, Nós SOMOS, tu e Eu. Neste não-tempo é onde a vida está a acontecer e de onde a vida vem. Aqui é onde o Silêncio e a Quietude criam os acontecimentos na Terra. A partir do silêncio. Toda a perpétua atividade frenética é muito barulho por nada.
Amado, agora, tu levantas-te dos pastos verdes. Tu levantas-te, limpas-te e voltas para o pavimento e para os sons feitos pelo homem e empreendimentos onde, na superfície, desempenho é solicitado.
“O que fizeste hoje?” o mundo pergunta. “O que fizeste no fim de semana?”
O que fazes não é o que faz tu seres tu. O que és é a realização de ti.

