Heavenletter #5415 Desejando Felicidade
Deus disse:
Não importa quão difícil a tua vida possa parecer para ti agora, tu estás fundado no Meu amor e a verdade é que, não só tu tens o Meu amor, tu não podes fugir dele. Pelo que quer que estejas a passar, não importa quão desoladoramente ele te assalta, não importa quão legitimamente ou ilegitimamente, tu tens-Me totalmente contigo. Eu sou um Deus de pleno direito. Eu não sou um Deus aposentado.
A tua vida pode subir e descer, contudo Eu sou estável. Apesar do desespero pelo qual possas passar, tu preocupas-te porque te preocupas. Tu sofres porque tu sofres. O teu coração dói porque o teu coração dói. Com aflição ou sem aflição, o teu coração encontra desespero no seu próprio reconhecimento.
Embora tu frequentemente encontres apoio para o desespero, por vezes desespero visita-te sem nenhuma sensível razão, porém, aí estás tu, cheio de desespero. É como, se de alguma maneira, o desespero foi acionado e tu realmente não sabes o que o trouxe. De repente, o desespero está aninhado no teu interior. Ontem eras muito bom e hoje encontras-te na confusão. Como, porquê, por quanto tempo irás continuar a sentir-te desta maneira, tu não sabes.
Queridos, talvez o desespero no vosso interior fique camuflado e por vezes, infelizmente, o desespero sai para fora e ataca-vos de um ponto morto. De uma maneira ou de outra, o desespero se esconde dentro de vocês. Independentemente do que eventos exteriores aparentemente dão origem a este Intruso Chamado Desespero, a fonte está no vosso interior. Desespero pode tirar proveito de eventos exteriores. Têm carregado desespero dentro de vocês por muito tempo, demasiado tempo.
Eu compreendo que podes não ser capaz de destruir todas as manifestações de desespero presas a ti por tua vontade, porém desespero não tem que te devastar. Não tens que permitir ao desespero tanta influência. Dás ao desespero demasiada permissão. O desespero não é mais poderoso que tu. Oh, sim, desespero pode-te dar murros. Não tens que sucumbir a eles. Não tens que ir ao tapete para contagem. Não tens que ceder ao desespero. Desespero chega e tu estás recetivo ao desespero. Não sigas a ideia que desespero é mais poderoso que tu ou de todo que tem um lugar por direito na tua vida.
É como que dás mais crédito ao desespero do que dás crédito à felicidade. Felicidade é uma força para a vida. Faz amizade com a felicidade. Vira as costas ao desespero. Desespero é o seu próprio tipo de ego.
Dás ao desespero demasiado crédito. Podes tornar mais fácil para o desespero assumir o comando enquanto barafustas ao questionar a felicidade. Apoia a felicidade como apoias o desespero. Tu não insistes para que o desespero dê provas de si mesmo. A felicidade não é sempre tão assertiva.
Podes também estar a querer defender o desespero e fazê-lo bem real. Tu prontamente admites desespero e dás à felicidade um momento difícil. Queres que a felicidade fale mais alto.
Neste preciso momento, podes levantar a bandeira da felicidade em todas as suas cores. Podes andar sobre a felicidade, querido. Se a felicidade está do outro lado da rua, passa para o outro lado da rua. Tens sido rápido a juntar-te ao desespero. Junta-te à felicidade.
Desespero chama a tua atenção. Ele centra-te em ti próprio. Desespero parece-te tocar no ombro. Chama-te para ele e tu vais a fugir. No mínimo, reparas no desespero quando pode parecer que a felicidade passa por ti sem que a percebas.
Tu, tu próprio, podes tocar a felicidade no ombro. Felicidade irá parar para ti. Que sejas tão rápido a reparar na felicidade nos seus estágios iniciais como és a esperar a compreensão do desespero. Faz as tuas escolhas, amado. Tu não és tanto uma vítima como gostas de pensar.
Se és, de facto, uma vítima, tu és o que decides que és e se agarra à ideia.

