Heavenletter #5384 Um Ladrão na Noite
Deus disse:
É tempo para as dores e sofrimentos no teu coração irem embora. Diz-lhes adeus. Para que necessitas possivelmente de dores perpétuas no teu coração? Para que possível razão manterias uma dor perto do teu coração, como se por custódia?
Não mais perpetues dor. Deixa a dor ir pelo cano abaixo. Dá-lhe uma licença ou rejeita-a completamente. Tu não tens que mantê-la.
Eu digo-te em alto e bom som que tu não estás na Terra para sofrer. Tu não requeres qualquer sofrimento. É requerido que te libertes de qualquer mágoa e punição que mantiveste em ti.
Esta agonia no teu coração é tão vaga, tu nem sequer sabes de onde vem, porém tu a carregas contigo, e retornas a ela vezes e vezes sem conta. Tu a manténs perto por nenhuma razão.
Mesmo depois de um abundante momento de alegria, tu voltas à inexprimível ansiedade. Talvez tu encubras a ansiedade com rápida atividade para que não tenhas que senti-la. Tu derramas atividade no topo da tua ansiedade para fechá-la como se estivesses a colocar pedras no topo para a dominar. Ansiedade prende o teu coração e ainda assim tu permites isso. Todas as pedras no mundo não fecham e removem a ansiedade e a agonia. Elas continuam a se pendurar em ti como se estivessem desesperadas e não conseguissem estar sem ti. É verdade, elas não podem existir sem ti como uma vítima ingénua. Onde existiria esta dor se não lhe desses companhia?
A ansiedade vibra em teu coração como um dragão. Consome-te. Vícios não as afastam. És viciado em ferimentos auto infligidos?
Ansiedade parece possuir aquele lugar no teu coração e não te dará paz nem a sua irmã, a agonia. Como seria a paz se estes parasitas te deixassem em paz?
Tens acumulado angústia e restringido a batida do teu coração. Eu dei-te o teu coração para bater livremente. Eu não aprovei a ansiedade. Quem aprovou então? Quem aprovou ansiedade e agonia e disse-lhes para cuidar do teu coração e, então, forçosamente colocar-se no caminho da tua alegria? Deixa o amor entrar no teu coração, não restrição.
Ansiedade é uma boa constritora. O teu coração é feito para abraços não constrição. Tentaste fugir desta cobra que aperta o teu coração para a derrota. Tu tens um coração muito forte que resiste à esmagadora ansiedade. O constritor quer espremer o fôlego para fora de ti.
Podes ter usado esta ansiedade como um cinto ou uma expressão na tua cara.
Porque parece não conseguires-te libertar?
Eis o que fazer:
Afasta-a com o sorriso. Não lhe dês tanta atenção. Não fujas dela. Não te escondas dela. Simplesmente não lhe dês o tempo do dia. Aproveita a vida apesar da ansiedade ter a sua atenção em ti. Ignora esta sanguessuga. Já levou o suficiente da tua vida. Não lhe dês mais. Substitui ansiedade por perceção.
Derrama mais amor no teu coração. Então este tolo egrégio irá subir nas ondas do amor e flutuar para longe. Talvez a ansiedade seque ao sol. De uma coisa podes ter a certeza:
Tu não precisas de quaisquer anexos que querem-te sugar a alegria para fora de ti. Tais pragas repetidas não têm assunto trancadas em ti. Tudo isto não é um direito da ansiedade. É um erro da ansiedade. A ansiedade é um intruso, um ladrão na noite que desfaria a tua alegria, impedi-la-ia, descartá-la-ia.
Joga fora essa ansiedade. Que parasita. Ansiedade reclina em teu coração. Ela põe os seus pés no ar e fuma um charuto e joga as cinzas no teu belo coração. Uma vez que este agitador, ansiedade e agonia, de seu nome, põe os seus pés na porta, ele recusa-se a libertar. Ele não te vai abandonar, então tens que ser tu a abandoná-lo. Dá a este abutre as suas ordens de partida. Ele não é bom para ti. Despede-o. Eleva-te acima dele. Tu consegues. Isto é para tu fazeres. Eu irei ajudar-te. Agora mesmo, começa por tornar-te leve de coração e livre de novo.

