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Heavenletter #5345 O Teu Poder Sagrado

Deus disse:
Aqui está uma lição na vida. Isto é uma grande lição para tu aprenderes. É uma lição básica. Por um longo tempo, tu não absorveste esta lição. Tu desrespeitaste-a, ou o ego desrespeitou-a por ti. Aqui está a mensagem para encorajar:
Tu não tens que te defender a ti próprio.

No mundo, como o imaginas, a vida exige que te defendas a ti próprio. Exige que compitas com palavras, pois, como se parece para ti, ninguém tem o direito de te negligenciar ou insultar-te ou humilhar-te de nenhuma forma.

Tu pressupões que o que alguém diz ou não diz tem o poder para te humilhar. Podes ser rápido a dar o teu poder dado por Deus.

Podes dizer a ti próprio: “Desta vez Eu vou-me defender.”

Quando te defendes, pensas que estás a dizer: “Tu não me deves afrontar. Tu não tens o direito de me afrontar.” Assim, tu deste ao aparente outro o direito. Tu entregaste-lhe ao dizeres, “Olha, tu afrontaste-me.”

Eu não te digo para seres um rato. Eu digo-te que é um rato que guincha. O aparente outro não tem que te irritar. Tu não tens que dar o teu poder sagrado. Tu não tens que dar o teu poder sagrado por ninguém. Mesmo que estejas numa prisão, podes manter o teu Poder para ti em Silêncio.

Temes que estar em silêncio seja concordar? Estar em silêncio detém uma grande quantidade de poder. Ou, podes responder, “Claro.” Okay significa: “Okay, vamos continuar com a vida.”

Não é isto o que é feito no Karaté? O teu chamado de oponente não pode obter o melhor de ti quando não resistes? Tu tiras o melhor de ti. Como queres poder. Claro, tu não tens que sucumbir à falta de poder no mundo. Tu tens o poder para não reagir. Tu não tens que ser o ioiô de ninguém.

Manter o silêncio é um grande recurso. Está ao teu dispor.

Tu não estás a lutar pela tua vida. Ser sensível em demasia é ego, amados.

Se por acaso consideraste-te um saco de boxe na vida, reconsidera. Ou posto de parte, ou negado, ou menosprezado.

Tu não tens que ser uma vítima. Uma vítima não é um qualquer / ou coisa. Não é: Tu és uma vítima, ou tu não és uma vítima. A tua escolha de não ser uma vítima vai mais longe do que bater de volta. Pensa cuidadosamente. Talvez gostes de ser uma vítima. Talvez gostes de ser ultrajado. Talvez estejas à procura de uma luta e o tão chamado vitimizador está-te a dar o que queres. Quais são os vossos motivos, amados? O que te motiva? Que sinal usas nas costas? O que queres? Que sinais envias para fora?

Se tu não queres fazer o papel de vítima, não o faças. Mesmo quando te tenhas colocado numa situação muito difícil, tu podes sair dela. Qualquer que seja o papel que interpretes, tu podes sair dele. Tu não mudas de papeis com arrogância. Tu fá-lo com consciência. Quando acordas, também dás àqueles perto de ti uma chance de acordar também.

Podes ter pensado que estás em disputa com outro. A possibilidade é que um fanfarrão está em disputa contigo. Se este é o caso, agora sabes o poder silencioso que tens. Poder silencioso é poder silencioso. Poder não falado é poder da mesma maneira. Se te puseste numa má situação, podes sair dela.

Eu irei tão longe para dizer que não existem vítimas no mundo, apenas aqueles que escolhem interpretar o papel. Se este é o papel que tens interpretado, muda os papeis agora. Existem outros papeis para além de vítima e vitimizador. Existem muitos outros e melhores papeis para interpretar. Escolhe o papel que interpretas no mundo por ti próprio.