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Heavenletter #4146 Canta a Canção Que é Tua para Cantar

Deus disse:
Mesmo quando sentes que seguras a vida pelas rédeas, estás a vacilar. A vida é como navegar numa jangada. Podes até amarrar a jangada na margem e ainda assim pode-se escapar para o mar e de alguma maneira levar-te com ela. A vida irá sempre levar-te com ela. De uma maneira ou de outra, tens que seguir com ela. Podes levá-la no teu ritmo, ou podes arrastar os teus pés. Independentemente, a vida irá pegar-te e levá-la com ela.
Podes criar a vida como ela acontece e porém não és o seu capitão. Que estás no comando, da maneira que um capitão ou general está no comando, é uma ilusão como outra qualquer.

O que tu fazes é viver a vida. O que acontece, acontece quer tu o convides conscientemente ou não. O que fazes agora, disto tens algo a dizer. Em efeito, tu remas a tua própria canoa a onde quer que te leve. Tu não és impotente, contudo. Tu navegas corrente abaixo, e é a viagem da tua vida. Ou navegas corrente acima. Ou tu moves-te irregularmente em torno da vida e a vida é a irregularidade da tua vida. Tu moves-te irregularmente à superfície. Isto é a vida. E porém a vida é um grande florescimento de amarílis. A vida cresce. Deixa a vida crescer em ti.

Por muito que possas gostar que a vida seja gravada em pedra sob certas condições, a vida não é gravada em pedra. É um objeto móvel, um curso que segue o seu caminho. A vida está-se a mover neste preciso minuto em que Nós falamos dela ou não falamos dela. A vida é uma viva experiência vibrante. É para os seres humanos contemplarem e apoiarem a vida como ela aparece. É necessário dobrares o teu joelho para a vida mesmo tu sendo o ponto de apoio da tua vida.

Podemos dizer que tu empurras o carrinho da vida e porém não podes muito bem empurrá-lo. Podes tentar, claro. Tu tens tentado. Tens tentado vergar a vida à tua vontade. Lembra-te a ti mesmo que a vida é a vida e é tudo o que é, e a vida não é tudo. Dá as boas vindas à vida e sabe que a vida não é o teu fantoche. Nem tu és o fantoche da vida. Podes ter que ir a onde a vida te leva. Como segues a vida é contigo. Nesse sentido, tu tens domínio eminente sobre a tua vida.

Podes seguir o caminho da tua vida com um lúpulo, pulo ou salto. Podes dançar. Podes tentar acorrentar a vida à tua vontade. Podes ir coxeando. Podes passear junto. Em qualquer dos casos, tu tens que ir junto com ela. A vida é mais do que possas pensar ao mesmo tempo, tu fazes demasiado dela. Considera a vida uma canção que ouves e cantas! Por vezes as melodias é o que amas. E por vezes as melodias é o que não amas. Em qualquer dos casos, tens que cantar a canção que é tua para cantar até que a caixa de música mude.

Claro, tu tens que seguir com a vida. Não confundas seguir em frente com tornar a vida obediente. A vida pode pôr-te num lugar e amanhã noutro. A vida realmente tem uma vida própria e tu segues mesmo junto com ela.

Tu não és um fantoche nem és um peão. Mesmo assim, tu tens que seguir a vida. A vida irá mostrar-te quando podes ir para a esquerda e quando podes ir para a direita, e, ainda assim, podes amar a vida por si mesma. Porque não amar a vida, este romance que lês. Certamente, podes descansar um pouco os teus olhos, e ainda assim a vida continua e leva-te com ela.

A vida é destinada a ser uma experiência crescente. Não é para tu apontares maus caminhos que percebes que a vida tomou. A vida significa fazer bons caminhos para ti. Eleva-te acima da terminologia do mundo e dá melhores nomes para o que transparece na vida. Dá a ti próprio novos nomes também. Dá uma boa volta à vida.